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Fernando Intensofox Gaebler

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Será uma metapolítica o PT ter como base de sustentação o PMDB, um partido centro-burguês? Enquanto que o PPS ter como base de sustentação o PSDB, um partido centro-burguês? Porque partidos socialistas, tomam como base de sustentação os partidos burguêses sob uma análise política, enquanto não se tornarem Independentes como os partidos ultra-esquerdistas como o PSOL, PSTU, e o novo PCB? No congresso popular-socialistas o lema fora 'Unir a Esquerda Democrática para mudar o Brasil', algo que se aproxima ao slogan da presidente Dilma 'Para o Brasil seguir mudando', por todas as críticas intra-esquerda entre PPS e PT, mas a Frente de Esquerda, este modelo institucional de frente política como fora aplicado no caso da ultra-esquerda brasileira, bem como a Frente de Gauche (Frente de Esquerda) Francês teve como vitória popular o Hollande, sob reconstrução do socialismo internacional - a tarefa, o que fazer? de Lênin permamece atual!

Crítica a Unidade da Esquerda!

por Fernando Intensofox Gaebler
Fernando Intensofox Gaebler
Será uma metapolítica o PT ter como base de sustentação o PMDB, um partido centr
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em Quarta, 16 Maio 2012
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Será uma metapolítica o PT ter como base de sustentação o PMDB, um partido centro-burguês? Enquanto que o PPS ter como base de sustentação o PSDB, um partido centro-burguês? Porque partidos socialistas, tomam como base de sustentação os partidos burguêses sob uma análise política, enquanto não se tornarem Independentes como os partidos ultra-esquerdistas como o PSOL, PSTU, e o novo PCB? No congresso popular-socialistas o lema fora 'Unir a Esquerda Democrática para mudar o Brasil', algo que se aproxima ao slogan da presidente Dilma 'Para o Brasil seguir mudando', por todas as críticas intra-esquerda entre PPS e PT, mas a Frente de Esquerda, este modelo institucional de frente política como fora aplicado no caso da ultra-esquerda brasileira, bem como a Frente de Gauche (Frente de Esquerda) Francês teve como vitória popular o Hollande, sob reconstrução do socialismo internacional - a tarefa, o que fazer? de Lênin permamece atual!

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Juventude em luta contra a corrupção e pelas florestas brasileiras!

por Fernando Intensofox Gaebler
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Será uma metapolítica o PT ter como base de sustentação o PMDB, um partido centr
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em Quarta, 02 Maio 2012
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A Juventude Popular Socialista, que é um órgão de colaboração da juventude brasileira para com o PPS, está organizada no processo de luta contra a corrupção política dos desmandos do capitalismo brasileiro por um lado, e por outro a favor das florestas brasileiras - o que um tema tem haver em comum? É a defesa do conceito presente nas formulações socialistas-populares do radicalismo democrático, o que marca sobretudo o fim do colapso soviético da industrialização socialista, e nos tempos de outrora o pensamento do Partidão cuja herança recebemos, e de outro cujo radicalismo democrático combate justamente o patrimonialismo tão presente na tradição brasileira, cujo patrimonialismo sempre esteve presente ou através do colonialismo português, ou através dos senhores de engenho ou através da moderna política, com o capitalismo brasileiro advindo de um processo de industrialização, desse paradigma histórico do patrimonialismo do capital, de uma parte da história e do colapso soviético de outro com a famosa política de industrialização socialista temos a partir da década de 90, uma nova forma de fazer política cujo fundamento não mais reside nem na ditadura do proletariado, e nem no patrimonialismo do capital, mas sobretudo em uma nova forma de fazer política que é do radicalismo democrático do PPS. Não obstante, a Juventude Brasileira desde os caras pintadas cuja luta contra a corrupção de então, pela inserção do Brasil no maldito Consenso de Washington, ou desde os recentes e não tão recentes casos de escanda-los de corrupção, primeiramente dos "mensaleiros", depois pelo lançamento do livro 'A Privataria Tucana' que revela que a luta contra a corrupção não tem lados, apenas o que esta em jogo é a força jovem contra a corrupção, de todas as formas de corrupção bem como que se organizam ou através das Juventudes Políticas, ou através de organizações populares de cultura jovem, dos novos movimentos jovens, ou através das lutas de militância virtual - revelando quão estratégico é a força jovem, apenas escrevi breves linhas para podermos abrir o debate a começar a estruturar as questões políticas. Viva as florestas brasileiras!

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Apresento meu blog de apoio, meu blog pessoal!

por Fernando Intensofox Gaebler
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em Quarta, 02 Maio 2012
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Para todos os militantes virtuais, para os web-guerrilheiros e para todos os apoiadores das políticas revolucionárias, também da trajetória em defesa da Juventude Brasileira e também para a integração da questão partidária, nas participações no sistema partidário brasileiro, dos partidos socialistas e na construção de um pólo Vermelho. Enfim, fica ai a reformulação do meu blog de apoio, representando não só o antigo projeto da Nossa Juventude, mas também integrando e unificando o blog para com outras questões como a participação em outros meios políticos.

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Algumas considerações políticas!

por Fernando Intensofox Gaebler
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em Quarta, 21 Março 2012
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Companheiros de luta, revolucionários, dos militantes virtuais, da juventude e também de questões partidárias, tanto dos partidos socialistas e comunistas, quanto dos partidos que me apoiam. Fiquei sabendo de algumas questões políticas que me preocupam enquanto fortalecimento da classse trabalhadora, quanto da unidade dos trabalhadores com a juventude brasileira, eis ai algumas considerações políticas que de acordo com o tempo de luta, pode entender e “tecer” para nortear o processo revolucionário, unindo alguns pontos para desenvolvimento da base de apoio para a nossa revolução, para a nossa juventude. Bem como algumas formulações breves.

Vejam mais em Nossa Juventude!

 

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Feliz PPS! Feliz aniversário a todos os companheiros...

por Fernando Intensofox Gaebler
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em Quinta, 26 Janeiro 2012
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Feliz aniversário Partido Popular Socialista, partido que me apoia, me acolheu com muita hospitalidade e que também me deu forte inclinação moral e forte consolidação de cultura política, agradeço a todo os companheiros do Partido Popular Socialista e muitas festas a todos! Viva o Partido Popular Socialista, muitos anos de vida e muita luta a todos!

 

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Juventude Gaebler apoia oficilamente a JPS!

por Fernando Intensofox Gaebler
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em Sábado, 03 Dezembro 2011
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Nós da Juventude Gaebler, apoiamos oficialmente e somos pela unificação para com a Juventude Popular Socialista - Partido Popular Socialista, apoiamos a realização do Congresso Nacional da JPS e do 17° Congresso do PPS. Mas tendo principalmente foco na questão de uma juventude, popular e socialista, de lutas e revolucionária juntos a Juventude Gaebler e a Juventude Popular Socialista!

Acessem!!! http://www.facebook.com/ groups/juventudegaebler/

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Juventude Gaebler

por Fernando Intensofox Gaebler
Fernando Intensofox Gaebler
Será uma metapolítica o PT ter como base de sustentação o PMDB, um partido centr
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em Quinta, 01 Dezembro 2011
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Vamos nos unificar em torno da Juventude Gaebler, uma juventude sem os vicios da velha política, mas também sem decair em demagogia ou falsidades da juventude dita 'progressista'. Só com a revolução jovem faremos com que o Brasil, os estudantes e intelectuais, os jovens trabalhadores e os vários militantes jovens conseguiremos conquistar mais direitos, reconstruir a cultura jovem com novas políticas de juventude. Você que participa de grupos sociais, você que participa de juventude partidária, você que ama a juventude venha para a Juventude Gaebler!

Entrem e sinta-se em casa!

Viva a Revolução!

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Vinte mentiras sobre a guerra no Iraque

por Fernando Intensofox Gaebler
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em Quarta, 09 Novembro 2011
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Glen Rangwala e Raymond Whitaker
O Iraque foi o responsável pelos ataques de 11 de setembro.

Uma suposta reunião em Praga, entre Mohamed Atta, líder dos aeropiratas de 11 de setembro e um funcionário da inteligência iraquiana foi o principal fundamento dessa asseveração, mas, mais tarde, a inteligência tcheca admitiu que o contato iraquiano provavelmente não era Atta. Mesmo assim, isso não conteve os incessantes informes de que o Iraque teve alguma coisa a ver com os ataques de 11 de setembro - tendência tão exitosa, que atualmente as sondagens de opinião demonstram que dois terços dos estadunidenses acreditam que Saddam Hussein esteve por trás dos atentados. Quase a mesma quantidade de gente está convencida de que eram iraquianos os sequestradores que explodiram os aviões. Nem um nem outro é verdade.
O Iraque e a Al Qaeda trabalham juntos

As constantes afirmações de líderes ianques e britânicos de que Saddam e Osama Bin Laden estavam no mesmo time foram desmentidas por uma informação interceptada da equipe de inteligência para a defesa, que negava que houvesse algum nexo entre ambos. A informação traz ainda que "os objetivos do senhor Bin Laden entram em conflito ideológico com o Iraque atual".
Também se difundiram informações de que membros da Al Qaeda recebiam refúgio no Iraque, onde haviam montado um acampamento de treinamento no uso de venenos. Quando as tropas ianques acharam o suposto acampamento não encontraram o menor vestígio de substâncias venenosas, químicas ou biológicas.
O Iraque ia adquirir urânio da África para "reconstituir" seu programa de armas nucleares.

Agora o chefe da Agência Central de Inteligência (CIA) tem admitido que os documentos em que supostamente o Iraque havia tratado de importar urânio de Níger, na África ocidental, eram falsificados e esta afirmação não era para aparecer no discurso de George Bush sobre o estado da União. A Grã-Bretanha defende sua postura alegando que existe "evidência de inteligência adicional". O Departamento de Exterior britânico admitiu que dita informação estava "sendo submetida a revisão".
O Iraque pretendia importar tubos de alumínio para desenvolver armas nucleares.

O USA argumentou insistentemente que Bagdá tentou comprar tubos de alumínio extra-reforçados, os mesmos que se empregam exclusivamente nas centrifugadoras de gás necessárias para enriquecer o urânio com o qual se fabricam armas nucleares. De maneira igualmente tenaz, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) afirmou que ditos tubos estavam sendo usados para fabricar foguetes de artilharia. O chefe da AIEA, Mohamed El Baradei, assegurou ao Conselho de Segurança da ONU que os tubos não eram adequados para centrifugadoras.
O Iraque conservava, desde a primeira guerra do Golfo, vastos arsenais químicos e biológicos.

O Iraque possuía suficientes substâncias perigosas para matar o mundo inteiro, se argumentou em mais de uma ocasião. Contava com aviões que voavam sem piloto e podiam invadir o espaço aéreo estadunidense para jogar substâncias químicas e biológicas. Mas peritos têm assinalado que o Iraque nunca teve tecnologia para produzir esses agentes, salvo o gás mostarda, que puderam conservar durante mais de 12 anos - tempo que transcorreu entre as duas guerras. Todos estes agentes deviam estar deteriorados e inúteis há anos.
O Iraque tinha até 20 mísseis que podiam ser carregados com elementos químicos e biológicos, cuja capacidade de alcance ameaçava as forças britânicas em Chipre.

Independentemente do fato de que não se tem encontrado nenhum indício destes mísseis desde a invasão, a Grã-Bretanha minimizou a suposta existência de tais armas, uma vez que começaram os combates. Também se tornou público que em 2002 foi retirado todo o equipamento de proteção contra ataques químicos das bases britânicas em Chipre, o que indica que Londres não levou a sério suas próprias afirmações.
Saddam Hussein tinha meios para desenvolver cepas de varíola.

Esta acusação foi feita pelo secretário de Estado ianque, Collin Powel, em seu discurso ante o Conselho de Segurança em fevereiro. Em março, a ONU assegurou que não havia nenhum elemento que a sustentasse.
Os inspetores da ONU respaldaram as acusações ianques e britânicas.

Segundo o responsável do Exterior britânico, Jack Straw, o chefe dos inspetores de armas da ONU, Hans Blix, destacou que o Iraque tinha 10 mil litros de antrax. Tony Blair disse que a ONU havia documentado os programas de armamento químico, biológico "e, portanto, nuclear" do Iraque. Qual foi a resposta do senhor Blix? "Isso não equivale a dizer que há armas de destruição massiva", assinalou em setembro passado. "Se eu houvesse contado com qualquer evidência sólida de que o Iraque conservava armas de destruição em massa ou as estava fabricando, a levaria imediatamente ao Conselho de Segurança." Em maio deste ano, Blix emendou: "Obviamente, estou muito interessado em saber se havia ou não armas de destruição em massa, e começo a suspeitar que não."
As inspeções anteriores de desarmamento fracassaram.

Tony Blair declarou ao diário The Independent, em março, que a ONU "tentou, sem êxito, durante 12 anos, que Saddam Hussein se desarmasse de maneira pacífica." Mas em 1999, uma comissão do Conselho de Segurança da ONU concluiu: "Ainda que se devam esclarecer elementos importantes, o grosso dos programas iraquianos para produzir armas proibidas foram eliminados." O senhor Blair também asseverou que os inspetores da ONU "não acharam rastro nenhum dos programas de armas biológicas de Saddam", senão o fato de que até o genro do governante do Iraque ter fugido do país. De fato, a ONU conseguiu que o regime admitisse que existiu um plano de armas biológicas um mês antes da dita fuga.
O Iraque obstruía o trabalho dos inspetores de armas.

O chamado "expediente duvidoso" que o governo britânico divulgou em fevereiro passado, argumentava que os iraquianos que eram designados para acompanhar os inspetores estavam "treinados para enfronhar-se em longas discussões" com funcionários do regime iraquiano, o que permitia a outros funcionários esconder as evidências. O informe incluía que as inspeções eram monitoradas e que era sabido, com antecipação, que lugares iam ser revistados de surpresa e a evidência ocultada antes da chegada dos peritos. O doutor Blix disse em fevereiro que a ONU realizou mais de 400 inspeções e cobriram mais de 300 lugares. "Notamos que o acesso a esses lugares se dava sem problemas", assinalou. "Em nenhum caso vimos evidência convincente de que a parte iraquiana sabia que os inspetores iam chegar."
O Iraque podia lançar um ataque com armas de destruição em massa em apenas 45 minutos.

Esta célebre afirmação se baseou em uma só fonte que, segundo se disse, era um oficial militar iraquiano da ativa. A identidade desse indivíduo não se fez pública desde a guerra, mas, em todo caso, Tony Blair desmentiu a versão em abril. Manifestou que o Iraque começou a esconder suas armas em maio de 2002, significando que não poderia usá-las em 45 minutos.
O "informe duvidoso".

O senhor Blair expressou diante da Câmara dos Comuns, em fevereiro deste ano, quando se difundiu o expediente: "Durante o fim de semana temos obtido informação adicional de inteligência sobre a infraestrutura do ocultamento de armas. Obviamente seria muito difícil publicar os informes da inteligência." Pouco depois se descobriu que a maior parte deste informe foi copiada, sem que lhe atribuíssem fontes, de três artigos da internet. Em junho, Alastair Campbell assumiu a responsabilidade pelo plágio cometido por sua equipe, mas defendeu a exatidão do expediente, mesmo que o documento confunda duas organizações da inteligência iraquiana e assinale erroneamente que uma delas se mudou para novos quartéis em 1990, dois anos depois de ser criada.
A guerra será fácil.

Os temores da opinião pública que surgiram no USA e Grã-Bretanha foram mitigados com a asseveração de que os iraquianos oprimidos dariam boas vindas às forças invasoras. Foi dito que "demolir o poder militar de Saddam Hussein e libertar o Iraque será um passeio", segundo palavras de Kenneth Adelman, funcionário do Pentágono em duas administrações republicanas anteriores. A resistência se apresentou de maneira irregular, mas foi mais tenaz do que se esperava, principalmente a das forças não oficiais que combatiam vestidas como civis. "Este não era o inimigo contra o qual planejamos a estratégia", se queixou um general.
Umm Qasr.

A queda da cidade ao sul do Iraque, que é o único porto do país, foi anunciada em várias ocasiões, antes que as forças anglo-ianques a controlassem. O anúncio foi feito, entre outros, pelo secretário de Defesa do USA, Donald Rumsfeld e pelo almirante Michael Boyce, chefe da defesa britânica. "Umm Qasr foi subjugada por marines ianques e está agora nas mãos da coalizão", afirmou prematuramente o almirante.
A rebelião de Basora.

Durante dias se disse repetidamente que a população xiita de Basora se havia rebelado contra seus opressores, muito antes de ficar claro que isso não era mais que um desejo não realizado. Também se deu a conhecer a suposta deserção de um batalhão iraquiano. A afirmação foi feita por um porta-voz militar que não estava em posição de conhecer a verdade.
O resgate de Jessica Lynch.

O resgate da soldado americana Jéssica Lynch, de um hospital de Nasirya, por parte de forças especiais ianques foi uma das principais "histórias comoventes" da guerra. Ela afirmou que disparou contra as tropas iraquianas até que terminassem as munições e que foi levada ao hospital com ferimentos de bala e arma branca. Mas agora ficou claro que as lesões que sofreu ocorreram quando o veículo em que viajava tombou, deixando-a impossibilitada de disparar. Médicos do hospital local trataram de entregá-la aos ianques logo que as forças iraquianas saíram do hospital, mas os doutores tiveram que retroceder quando as tropas do USA abriram fogo contra eles. Os grupos especiais não encontraram resistência para realizar o "resgate", mas, desde logo, se asseguraram de que o episódio ficasse filmado.
As tropas enfrentariam ataques com armas químicas e biológicas.

À medida que as forças ianques se aproximavam de Bagdá, informações da imprensa assinalavam que as tropas cruzariam a "linha vermelha", depois da qual unidades da Guarda Republicana tinham autorização para empregar armas químicas. Mas o tenente general James Conway, o mais importante general marine no Iraque, admitiu mais tarde que estavam equivocadas as informações da inteligência, segundo as quais se havia espalhado armamento químico em torno de Bagdá desde antes da invasão.
"Me surpreendeu muito não encontrar armas à medida em que avançávamos", disse. "Entramos em todos os depósitos de munições entre a fronteira com o Kwait e Bagdá, mas simplesmente não havia nenhuma. Nos equivocamos redondamente. Mas, estando ou não equivocados, creio que ainda nos falta muita coisa para ver."
Interrogando cientistas iraquianos se conseguirá encontrar as armas de destruição em massa.

"Não tenho absolutamente nenhuma dúvida de que estas armas estão aí. (...) Uma vez que tenhamos a cooperação de cientistas e peritos, não tenho dúvida de que as encontraremos", asseverou Tony Blair em abril passado. Outras personalidades têm feito afirmações similares, no sentido de que os interrogatórios promoverão o descobrimento dessas armas que as verificações não encontraram. Mas praticamente todos os cientistas iraquianos estão sob custódia e o pretexto de que não confessaram porque ainda temem Saddam Hussein está começando a se desgastar.
O dinheiro proveniente do petróleo iraquiano será para os iraquianos.

Tony Blair se queixou perante o Parlamento de que "as pessoas acreditam na falsa acusação de que queremos nos apoderar da riqueza petrolífera do Iraque", e emendou que deveria ser criado um fundo para o povo que seja administrado pela ONU. A Grã-Bretanha deve promover uma resolução no Conselho de Segurança que estipule que "todos os lucros resultantes do petróleo beneficiarão aos cidadãos do Iraque".
Mas, ao invés disso, Londres co-patrocinou uma resolução no Conselho de Segurança que outorgou ao USA e à Grã-Bretanha o controle sobre a produção petrolífera iraquiana. Não há nenhum fundo administrado pela ONU. E longe de estabelecer que os "lucros petroleiros" serão usados pelo povo iraquiano, a resolução apresenta deduções sobre ditas percepções que têm o propósito de pagar compensações pela invasão do Kwait, em 1990.
Têm sido encontradas armas de destruição em massa.
Depois de repetidos alarmes falsos, tanto Tony Blair, como George W. Bush proclamaram, em 30 de maio, que dois caminhões encontrados no Iraque eram laboratórios biológicos móveis. "Já encontramos dois caminhões e cremos que foram usados para produzir armas biológicas", afirmou Blair. Bush foi mais longe: "Aqueles que dizem que não encontramos equipamentos proibidos ou armas ilícitas se equivocam. As encontramos." É quase seguro que os veículos eram usados, tal como dizem os iraquianos, para a produção de hidrogênio para inflar balões meteorológicos e que foi a Grã-Bretanha quem lhes vendeu os caminhões.

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Não a mudança de nome!!! Viva o PPS!

por Fernando Intensofox Gaebler
Fernando Intensofox Gaebler
Será uma metapolítica o PT ter como base de sustentação o PMDB, um partido centr
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em Quarta, 02 Novembro 2011
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Não a mudança de nome do Partido Popular Socialista, em favor da tradição de lutas sociais e populares do PCB-PPS, o partidão, se mudarmos o nome do partido, estaremos negando toda uma história de acumulo de lutas, de identidade socialista e também das lutas de vários e vários de nossos companheiros, tanto do antigo campo comunista como no novo campo do radicalismo democrático. Precisamos que com este 17° Congresso do PPS, reafirmas os valores socialistas, do radicalismo democrático e também a identidade e nome dos populares socialista, sou absolutamente contra a mudança de nome do partido para qualquer que seja. Se querem um outro nome, que vão lá fundá-lo, se querem construir uma rede política, vão lá fazer, mas não me faça perder o bom e belo PPS.

Acorda povo popular socialista, viva o PPS!

By Fernando Gaebler.

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Las Revelaciones y Los Libros Revelados de Fernando Gaebler

por Fernando Intensofox Gaebler
Fernando Intensofox Gaebler
Será uma metapolítica o PT ter como base de sustentação o PMDB, um partido centr
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em Segunda, 31 Outubro 2011
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Nuestros compañeros Fernando González y Ramón R. entrevistarán y departirán con Fernando Gaebler sobre un asunto muy interesante, Las Revelaciones y Los Libros Revelados, como adelanto del libro JUDAS ES MI HERMANO, que será editado próximamente por Ituci Siglo XXI y con el que Fernando Gaebler tiene muchísimo que ver.

A modo de introducción al programa, puedes ver en cualquier momento la película (Vídeo) La Vida de Nostradamus emitiéndose ya desde el SALON DE ACTOS de Ituci.
Por si nos permites una sugerencia, pegamos aquí la Introducción que Fernando Gaebler ha hecho para la edición del libro. La sugerencia es que te invitamos a leerla.
INTRODUCCIÓN
Querido lector, me presento diciéndote que mi nombre es Fernando y que soy una de las ocho personas a las que se nos encomendó el proyecto de recepción, y posterior publicación y difusión del libro que ahora tienes en tus manos. Doy fe de ello en mi propio nombre, en el de los otros siete hermanos, y te aseguro que ellos también dan fe individualmente cada vez que las circunstancias o la ocasión lo requieren.
Las palabras que siguen: “La obra de Jesús estaba incompleta, nunca escribió sus enseñanzas, ahora sí, el que quiera que las siga. La verdad ya tiene nombre y el hombre podrá seguirla o abandonarla, pero tiene letra. Sabemos que no todos seguirán esa verdad, más está escrita”, fueron dictadas por Jesús de Nazareth el día 26 de Octubre de 1988, dos días después de recoger de la imprenta los primeros ejemplares de la edición antigua de este libro. Las coloco aquí como muestra de lo que vas a encontrar en el interior, por que es mas que probable que tu consciente, o tu subconsciente, hayan valorado ya el mensaje que encierra el título, JUDAS ES MI HERMANO, decidido también por el propio Jesús de Nazareth.
Para Jesús, Judas no es un traidor, no es el símbolo de la deslealtad, ni de la maldad, ni el arquetipo de hombre traidor que durante años, décadas, siglos y milenios nos han contado, sino que es SU HERMANO.
¿Te extraña querido lector? Lógico sería que eso sintieras, y yo omito escribir aquí mis ideas, por que las importantes son las que tu saques.
Este libro podrás leerlo como habitualmente se hace, de principio a fin, o abriéndolo al azar por cualquier página y buscar el comienzo de la parábola, enseñanza o texto que haya aparecido. Desde mi punto de vista todas son maravillosas.
Es más que probable que quieras colocar este libro en la cabecera de tu cama o en cualquier lugar cercano, por lo que para esta edición y para las futuras se ha hecho un índice con el enunciado o con unas palabras del comienzo de uno o dos de los párrafos de cada texto, así como la página donde lo encontrarás. Son 124, y te facilitará el hacerte una breve idea del contenido de cada uno.
Es mucho lo que nos ha llegado de la vida, obra y enseñanzas de Jesús de Nazareth. Fue contado por sus discípulos tras su muerte, ha sido contado por otros a lo largo de la Historia, y siempre, en todos los tiempos, mediante las Revelaciones que la Providencia ha considerado que debían ser dadas. Este libro es un ejemplo de ello. Es un Libro Revelado que ha sido dictado a María Regla (una de las ocho personas del grupo), que lo fue escribiendo mediante escritura automática.
Parte de lo contado por las iglesias ha sido tergiversado o manipulado, bien por intereses de poder, bien por las deformaciones que se producen al pasar verbalmente de unos a otros, o por la traducción de unos textos sobre otros, una y otra vez.
Otras veces e interesadamente, simplemente se han omitido parte de la vida y enseñanzas del Maestro de Nazareth. El conjunto de mensajes que Jesús nos da ahora con JUDAS ES MI HERMANO, difieren en lo esencial de lo que se nos había contado.
Siempre nos llegaron la mayor parte de sus enseñanzas en forma de parábolas, de narraciones, de preguntas con moraleja, de comparaciones, (...) que hoy día, ambientadas en una Galilea de hace veinte siglos dominada por el imperio romano y describiendo la vida cotidiana en aquella sociedad tan compleja en su aparente sencillez, se nos hace especialmente amena.
Es precisamente así como mejor fueron y son comprendidas sus enseñanzas. La enorme variedad de matices descritos a todos aporta: niños, mayores en distintos grados de evolución, (...)
Son atemporales e igual de válidas para todas las culturas, para todas las razas, para todos los tiempos, para todas las edades, para todos los estratos sociales, para distintos grados de formación, para mujeres y para hombres.
A todos aporta, a todos guía, a todos les puede servir para separar el grano de la paja y de ayuda personal en el plan de vida que cada uno haya hecho para la encarnación que está viviendo, así como para el plan divino universal de acercamiento al Padre.
Querido lector, así fue antes lo narrado por los Apóstoles, y así ha sido ahora lo dictado por Él. Vas a encontrarlo en las páginas que siguen.
Voy a describirte el momento y el lugar en el que nos fue comunicada la misión de recibir los dictados de Jesús. Sitúate en Sevilla, España, en los años que transcurren entre 1984 y 1987, en una sociedad recién salida de una dictadura que había durado demasiado tiempo y en la que muchos estaban empezando a valorar la libertad, la responsabilidad más allá de su entorno íntimo, donde reinaban la ilusión y el afán de superación.
La comunidad internacional manifestó su confianza en esa sociedad, encargándole la organización de dos eventos muy importantes, uno en Barcelona, los JJ.OO. de 1992, y otro precisamente en Sevilla, la Exposición Universal de 1992.
Y en ese marco, ocho personas que nos movíamos en torno a la cuarentena, sencillas y humildes en esta encarnación, con profesiones sencillas: comercio, peluquería, administración, (...), padres de familia y con las preocupaciones propias de cualquier familia, pero llenos de inquietudes espirituales, buscando el acercamiento al Padre, y entre ellas, varias con las facultades mediúmnicas muy desarrolladas.
En una de las primeras reuniones fuimos informados de que los ocho componentes del grupo habíamos sido coetáneos de Jesús en su vida en Galilea, y cuando el texto estuvo completo se nos pidió que buscáramos los medios de edición, impresión y distribución.
Nuestra primera gestión fue ofrecerlo a la editorial que consideramos más idónea, y la respuesta fue: <Los mensajes son muy buenos, pero si no estuvieran firmados por Jesús, serían más aceptables para su publicación>. Una evasiva negación.
En la siguiente sesión se comentó a Jesús y su respuesta sicográfica fue: “Son los mismos que cuando yo vivía entre ellos no me reconocieron. ¿Lo van a hacer ahora sin verme?”
De los encuentros, ofertas y negociaciones con editoriales, siempre recibimos evasivas y negativas, por lo que ante tanta dificultad, optamos por una impresión y distribución artesanal, y pese a no ser profesionales, el libro ha llegado a todos los rincones del mundo y así hemos tratado de cumplir la petición de Jesús de que este libro fuera “... mi gran medio de llegar a mis otros hijos, hijos perdidos, hijos descarriados, hijos que no me conocen. Esos hijos son míos y quiero enseñarles mi amor por medio de vuestra fe y vuestra entrega.”
Ahora, al haber asumido la editorial Ituci Siglo XXI la edición y difusión de este libro, con un proyecto muy novedoso y utilizando las posibilidades que ofrece la red, estamos seguros de que estas palabras dictadas por Jesús de Nazareth llegarán a muchas más personas.
No es este el libro que escribirían teólogos o filósofos. Esos, suelen ser libros llenos de citas, de palabras incompresibles para la mayoría, con referencias a conceptos y definiciones de otros autores igual de incompresibles y zafios, y que en su conjunto más parecen que los hubieran escrito para lucirse en sus seminarios, para ponerse medallas y para rivalizar entre sí en sus reducidos círculos, que para de forma amena y sencilla compartir conocimiento y sabiduría.
Sí es este un libro tremendamente profundo, pero sencillo y comprensible, en el que Jesús de Nazareth hace la reflexión al respecto (en el libro la encontrarás en la página 234): “Jerusalén fue ciudad de eruditos y poetas. En ella, tales, presionaban al pueblo en mi contra. Me llamaban y me pregonaban hombre de aldea y desconocedor de libros y enseñanzas (...)”
Tanto cariño le tengo a este libro, tanta importancia le doy, y tanto confío en el proyecto editorial en el que ahora se encuentra, que quiero influir sobre ti  desde las páginas de esta “introducción”, palabras mías que no llegan a las de Jesús ni a la altura de las suelas de sus zapatos, pero con las que pretendo que te enganches al mismo y ayudes, si así lo creyeras, a difundirlo.
La esencia del ser humano y la atemporalidad de las enseñanzas de Jesús caminan juntas y están por encima de modernidades, tecnologías o avances científicos. Transcribo brevemente unos ejemplos.
Sobre el problema humano de la infidelidad y la deslealtad en la pareja, Jesús (lo encuentras en la página 221) nos dice: “Muy apenado en cierta ocasión encontreme con un hombre en el camino, aposentado sobre un árbol y llena estaba su cara de lágrimas. Pregúntele que le sucedía y apenas sin poder hablarme contestó: puse toda la ilusión en mi mujer y en su fiel amor hacia mi persona y ahora, después de varios años, me di cuenta que su amor era fingido y no me ha sido fiel como yo le he sido a ella. (...)”. Te invito lector a que leas completa esta parábola y medites sobre la misma, pero te aseguro aquí, que no condena a la mujer como las iglesias  y religiones nos tienen acostumbrados y hace unas reflexiones maravillosas dirigidas al hombre.
Sobre la homosexualidad (está en la página 231), Jesús nos dictó la siguiente parábola: “Un buen día pasaron a nuestro lado un levita y un sacerdote que se dirigían a Jerusalén, (...), pregúntele yo al levita si lesbianas e invertidos podían entrar en el reino del cielo. Contéstome (...) Y Pedro preguntó: dinos como piensas tu. (...) Menospreciáis a estos hombres y mujeres que sienten de otra forma el amor. Más lo haces por el que dirán los otros, no por que en tu interior los veas culpables. Los juzgáis mal para que te juzguen bien a ti. Los apartas de tu lado para que ellos, los demás, no te aparten a ti. Si te fijas hermano (...)”
Sobre los dogmas y fundamentalismos, que tantas desgracias han traído y están trayendo a este Planeta, antes y ahora. (Lo encuentras en la página 247): “Jesús dictará ahora las bases de su doctrina. Jesús dirá formas, no dogmas, pues no existen dogmas en sus enseñanzas”. Es fácil imaginar que estas palabras molestarán a obispos, cardenales, ayatollahs, imanes, y a cuantos fundamentalistas le lleguen.
Sobre los trepas en los centros de trabajo y la falta de compañerismo. (Página 67): “Mal obráis traicionando a vuestros compañeros, ¡oh asalariados!, que a vosotros me dirijo. Si pensasteis que vuestra unión no es sino casual y que nada debéis al compañero de trabajo. Os equivocáis (...)” Si anteponéis vuestro propio bienestar al de vuestro hermano (...)
Ciento veinticuatro escritos o parábolas encuentras en el libro, con los asuntos que Jesús decidió incluir en este volumen (nos tiene anunciado otro) y todos son fundamentales para desarrollar el plan divino de cada uno de nosotros y el de acercamiento al Padre. Los últimos ejemplos, unas frases que también están en el libro:“Nuestro final es nuestro origen”; “Todo tiende a donde procede”; “La verdad os hará libres”.
Durante los años transcurridos en el dictado de JUDAS ES MI HERMANO, otros mensajes nos fueron dados. De entre todos ellos, me voy a permitir relatar uno al que doy un valor especial y que quiero que compartamos. Ocurrió durante la Semana Santa de 1986, concretamente el lunes santo 24 de marzo de ese año.
Imagina la primavera de Andalucía y el centro histórico de Sevilla por el que durante esa semana procesionan casi sesenta cofradías. Son días festivos en Sevilla en los que ciudadanos y visitantes llenan las calles con los sentidos predispuestos a disfrutar de los olores de los árboles y plantas en floración, mezclados con los del incienso y la cera, con el sonido de la música de las bandas que acompañan a cada uno de los pasos y de vez en cuando con el de alguna saeta.
La temperatura suele ser muy agradable, el cielo limpio y de un color azul
que en pocos sitio se repite, y los “pasos” representando con enorme fuerza y variedad de matices, distintos momentos de la pasión.
Con ese ánimo y la predisposición de disfrutar y sentir la Semana Santa, habíamos quedado los ocho en casa de uno de nosotros, el que vivía en el centro histórico. Uno de los componentes se había encontrado con un paso camino del punto de encuentro, y estando junto a la imagen de Jesús de Nazareth tuvo un recuerdo y una meditación intima. Una vez estuvimos los ocho en la casa Jesús dictó lo que sigue: “Jesús asiste hoy a vuestra invitación y predispuesto ya se manifiesta.
Juan, si sabes que te quiero ¿por qué tu pregunta y tu perdón? Mantente firme en tus creencias y no pidas el perdón del pobre de espíritu.
Muy apaciblemente acudo hoy a esta cena y recuerdo aquel tiempo en pueblos y aldeas en los que todos nos sentíamos hermanos.
Juan, tu que me seguías antes, sigue ahora mi prudencia. Tu que me defendías, defiende ahora al que acusan, tu que predecistes el final de una Era, atiende ahora el final de otra.
Pensabas en mi como en un ser todopoderoso, más no soy todopoderoso. Mi único poder es el poder del amor y del sentimiento. Sentimiento de amor hacia ti y hacia todos los hombres. Sentimiento entre el mal y el bien, ante la indefensa condición mía de no poder evitar el uno, y hacer cumplir el otro. Sentimiento de agonía al predicar y no ser escuchado, al hablar y no ser entendido, al hablar y no ser entendido, al obrar y no ser seguido.
Prediqué y aún pienso que nadie escuchó mi voz. Para nada sirvió sino para alzarme en imágenes que no son mi imagen, para adorarme como a un muerto, mas no comprenden que vivo y siento.
Prediqué amor y expulsaron de esas tierras a mis hermanos, prediqué prudencia y se desbordaron en imprudencias, prediqué resignación, ¿mas alguno se hizo fuerte ante el dolor?
Mis hermanos que me amaban y seguían, me olvidaron. Ellos que decían no abandonarme, me abandonaron y hoy me siento perjudicado ante mi misma y pobre naturaleza, por eso, aún pasado ya el tiempo de mi crucifixión, yo quiero enseñar mi doctrina. Más si antes no me oyeron oyéndome, ¿me escucharán ahora sin escucharme?”
No puedo finalizar sin decirte que Jesús de Nazareth nos anunció que dictaría un segundo libro y que también el Apóstol Pedro lo haría.
Será cuando Éllos quieran, cuando lo consideren oportuno.
Elevo mis plegarias para que Ituci Siglo XXI consiga difundir este libro y su contenido, y me despido ya. Adiós querido lector, queridos lectores ...
Sevilla, España, junio de 2007.
Fernando Gaebler

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Força para o bem-estar do Presidente Lula!

por Fernando Intensofox Gaebler
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Será uma metapolítica o PT ter como base de sustentação o PMDB, um partido centr
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em Domingo, 30 Outubro 2011
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Força presidente Lula!

Força para sua saúde, bem-estar e disposição sempre em luta!


Presidente Lula, conte com todos os blogueiros, pois sei de sua honra de luta a favor dos trabalhadores, dos pobres e oprimidos, sei do modo petista como governou Brasil e agora como Presidente de Honra do nosso querido PT. Sei de sua incansável luta social, das lutas populares dos sindicalistas, das campanhas eleitorais e na defesa dum 'socialismo democrático', eu como petista e como socialista, revolucionário radical e militante virtual, estou em vossa vigília a favor de sua saúde, na luta contra o câncer e seus derivados, no aperfeiçoamento da ciência médica e das terapêuticas, incluso a filosofia clínica e na verdade de todo os métodos possíveis e imagináveis para o bem-estar pessoal, que em vosso caso representa o bem-estar social. O defendi nas eleições, sei de quem você Lula representa e sei que é influência a todos, querendo ou não, obrigado Lula e a luta continua, honrado morador e líder do Grande ABC!!! Avante!

 

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PPS manifesta solidariedade ao ex-presidente Lula

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Cuantos dobles de Gadafi realmente han matado?

por Fernando Intensofox Gaebler
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em Sexta, 21 Outubro 2011
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Cuantos dobles de Gadafi realmente han matado?

Cnel. Muammar Gadafi, máximo héroe de la resisitencia Libia

ANÁLISIS DE VIDEOS de la supuesta muerte de Gadafi:

1. En los videos que se registraron presuntamente en Sirte, el sol está brillando, polvo por todos lados .. Sin embargo, en realidad, sólo un día antes de Sirte-estaba inundado.

2. En dos diferentes partes del mismo video .. podemos ver que el “Coronel”  tiene dos diferentes colores de pelo .. en una parte tiene cabello castaño claro, en la otra, tiene el pelo negro.

3. En uno de los “Coroneles muerto”  en un video tiene la nariz llena de baches, se ve rota de una manera extraña, en otros videos donde este hombre está muerto, su nariz esta recta

4. En los primeros videos (de Sirte) su rostro se ve muy joven, y todos sabemos lo que estaba arrugada.

5.  Dijeron que le dispararon en las piernas, y que se desangró hasta morir .. pero en esta captura “el Coronel”  está de pie mientras lo están empujando. Además, la parte inferior del cuerpo no está cubierto de sangre.

6. Una parte desnuda del cuerpo del “coronel”  es joven, sin signos de envejecimiento en los videos, pero el coronel real es un hombre de 70 años de edad. ¿Sabe usted cómo es el cuerpo de un hombre de 70 años de edad? especialmente  un hombre que ha pasado toda su vida en un desierto.

7. Algunos de los videos publicados se registraron un día antes, el 19 de octubre (¡!)

8. De acuerdo con una de sus historias de propaganda, se encontraron con “él” en una alcantarilla. Y sin embargo, “él” aparece recién afeitado, con su barba recortada en los videos, etc.

9.  Hay otro detalle extraño en el vídeo también en Sirte,  una mujer negra se encuentran con civiles viendo el espectáculo, aparentemente muy relajados. Una mujer negra y civiles en Sirte al lado de las ratas (!?). Esto es imposible. Todo el mundo sabe lo que la OTAN, Al Qaeda y las ratas están haciendo a los hombres negros, mujeres y niños en Libia. Los cuelgan, los linchan y decapitan. Especialmente en  Sirte a las  mujeres negras, si queda alguna en Sirte (que lo dudo) no sería en el lado de las ratas racistas.  Esto es realmente extraño.

10. En un vídeo Gaddafi está cubierto de sangre cuando se lo coloca sobre un pick-up, en otra con la misma “acción” de su cara está limpia como la que se dirige a una boda.

11. La Realidad: las manifestaciones masivas contra la OTAN y CTN se están preparando y unificando un contra-ataque, levantamiento que ya se ha iniciado el 14 de octubre.

12. Pocos días después de Hilary llegó y dijo que quiere a Gadafi muerto, “él” fue asesinado.

13. Hija Aisha dice de Gadafi  que él está vivo.

14. Gadafi tiene 12 dobles.

Fuente: Libia S.O.S. http://libyasos.blogspot.com/

Tags: Khadafi
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Discurso na 65ª sessão da assembleia-geral da ONU por Mahmoud Ahmadinejad

por Fernando Intensofox Gaebler
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em Sexta, 21 Outubro 2011
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por Mahmoud Ahmadinejad

Em nome de Deus, o Compassivo, o Generoso. 

Louvemos Alá, o senhor do Universo, e que a paz e todas as bênçãos desçam sobre nosso Mestre e Profeta Maomé, e sobre seu lar puro, seus nobres companheiros e todos os mensageiros divinos. 

'Oh, Deus, apressai a vinda do Imã al-Mahdi, assegurai-lhe saúde e vitória, e fazei de nós seus seguidores, que atestam sua perfeição'. 

Senhor Presidente (etc.), 

Agradeço a Alá, o Magnífico, o Generoso, que me deu, mais uma vez, a oportunidade de falar a essa assembleia mundial. Tenho o prazer de manifestar meu agradecimento sincero a Sua Excelência Joseph Deiss, presidente da 65ª sessão, por seus imensos esforços durante seu mandato. Congratulo-me também com Sua Excelência Nassir Abdulaziz Al-Nasser, pela eleição para presidir essa 65ª sessão das Nações Unidas e desejo-lhe pleno sucesso. 

Permitam que aproveite a oportunidade para homenagear todos os mortos do ano que passou, sobretudo as vítimas da trágica fome que atinge a Somália e das devastadoras inundações que agrediram o Paquistão. Conclamo todos a que ampliem as ações de ajuda e assistência às populações afetadas naqueles países. 

Ao longo de vários anos, falei aqui sobre várias questões globais e sobre a necessidade de se introduzirem mudanças fundamentais na atual ordem mundial. 

Hoje, considerando os eventos internacionais, tentarei analisar a atual situação, de um ângulo diferente. 

Como todos sabem, o domínio e a superioridade dos seres humanos sobre outras criaturas dependem da própria natureza e verdade da humanidade, que são dons de Deus e manifestação da corporificação do espírito divino: 

– A fé em Deus, que é criador eterno de todo o universo. 

– A compaixão, o amor aos outros, a generosidade, a busca de justiça e integridade de palavras e ações. 

– A busca por dignidade para alcançar os cumes da perfeição, a aspiração de cada um a elevar a própria vida, material e espiritualmente, e o anseio por realizar a liberdade. 

– A oposição à opressão, à corrupção e a discriminação, e o emprenho para apoiar os oprimidos. 

– A busca por felicidade, por prosperidade e segurança duradouras, para todos. 

Eis algumas das manifestações dos atributos comuns, divinos e humanos, que se deixam ver claramente nas aspirações históricas dos seres humanos, refletidas na herança que recebemos da mesma busca, pela arte, pela literatura, em prosa e em verso, e pelos movimentos socioculturais e políticos que traçam a trajetória humana ao longo da história. 

Todos os profetas divinos e todos os reformadores sociais convidaram os seres humanos a trilhar esse caminho bom e reto. Deus deu dignidade à humanidade para elevá-la à altura Dele, para que, assim elevada, a humanidade possa assumir o papel de Seu sucessor, na Terra. 

Caros colegas e amigos: 

É vivamente claro que, apesar de todas as realizações históricas, inclusive a criação da ONU – que foi produto de incansáveis lutas e esforços de homens de pensamento livre e amantes da justiça, que nunca desistiram de buscá-la, e da cooperação internacional –, as sociedades humanas ainda estão longe de ter alcançado todos os seus nobres desejos e aspirações. Muitas nações em todo o mundo sofrem hoje, sob as atuais circunstâncias internacionais. 

E – apesar do desejo e do ímpeto para promover a paz e a fraternidade –, as guerras, os assassinatos em massa, a miséria que se alastra, crises socioeconômicas e políticas continuam a agredir o direito e a soberania das nações, deixando atrás de si danos irreparáveis, em todo o mundo. 

Aproximadamente três mil milhões de seres humanos em todo o mundo vivem com menos de 2,5 dólares por dia; e mais de mil milhões de seres humanos não comem sequer uma refeição suficiente, e regularmente, por dia. Quarenta por cento das populações mais pobres do mundo partilham apenas 5% do rendimento global. E 20% dos mais ricos do mundo dividem entre si 75% do rendimento global total. Mais de 20 mil crianças inocentes e pobres morrem diariamente no mundo, devido à pobreza. Oitenta por cento dos recursos financeiros dos EUA são controlados por 10% da população dos EUA; 90% da população tem de sobreviver com apenas 20% desses recursos. 

Quais as causas e as razões que subjazem por trás dessas desigualdades? Como se pode remediar tal injustiça? 

Os que dominam e comandam os centros do poder econômico global culpam ou o desejo do povo por religião e a busca por trilhar o caminho dos divinos profetas, ou a fraqueza das nações, ou o mau desempenho de grupos de indivíduos. Afirmam que só o que aqueles mesmos centros do poder econômico global pensem, decidam e prescrevam poderia salvar a humanidade e a economia mundial. 

Caros colegas e amigos 

Não lhes parece que as causas-raizes desses problemas devam ser procuradas na ordem que hoje domina o mundo, ou no modo como o mundo é governado? 

Gostaria de chamar a gentil e atenta atenção de todos para as seguintes questões: 

Quem arrancou à força dezenas de milhões de pessoas de seus lares na África e em outras regiões do mundo, durante o sombrio período da escravidão, fazendo daquelas pessoas vítimas da mais cega ganância materialista? 

Quem impôs o colonialismo por mais de quatro séculos, a todo aquele mundo? Quem ocupou terras e massivamente assaltou recursos naturais que eram patrimônio de outros povos, quem destruiu talentos e empurrou para a destruição os idiomas, as culturas e as identidades de tantos povos? 

Quem deflagrou a primeira e a segunda guerras mundiais, que fizeram 70 milhões de mortos e centenas de milhões de feridos, de mutilados e de sem-tetos? 

Quem criou a guerra na península da Coreia e no Vietnã? 

Quem, servindo-se de hipocrisia e ardis, impôs os sionistas, durante 60 anos de guerras, destruição, terror, assassinatos em massa, na região do mundo onde ainda estão? 

Quem impôs e apoiou durante décadas ditaduras militares e regimes totalitários em países da Ásia, da África e da América Latina? 

Quem atacou com armas atômicas populações indefesas e desarmadas e guarda milhares de ogivas nucleares em seus arsenais? 

Quais são as economias que dependem, para crescer, de criar guerras e vender armas? 

Quem provocou e estimulou Saddam Hussein a invadir e impor um guerra de oito anos contra o Irã? Quem o assessorou e o equipou para que atacasse nossas cidades e nosso povo com armas químicas? 

Quem usou os misteriosos incidentes de 11 de setembro como pretexto para atacar o Afeganistão e o Iraque – matando, ferindo, deslocando milhões de seres humanos de seus locais tradicionais de vida nos dois países –, exclusivamente para alcançar a ambição de controlar o Oriente Médio e seus recursos de petróleo? 

Quem aboliu o sistema de Breton Woods e imprimiu milhões de milhões (trillions) de dólares sem qualquer lastro em ouro ou em moeda equivalente? Esse movimento desencadeou feroz inflação em todo o mundo, que serviu para facilitar a pilhagem de ganhos econômicos que outras nações tivessem. 

Qual o país cujos gastos militares superam anualmente uma centena de milhar de milhões de dólares, mais que todos os orçamentos militares de todos os povos do mundo, somados? 

Qual, de todos os governos do mundo, é hoje o mais endividado? 

Quem domina os establishments da política econômica em todo o mundo? 

Quem é responsável pela recessão econômica mundial, que hoje impõe suas pesadas consequências aos povos de EUA e Europa e de todo o planeta? 

Que governos estão sempre prontos a bombardear com milhares de bombas outros países, mas sempre são lerdos e hesitantes, quando se trata de distribuir comida, para povos atormentados pela fome, como na Somália e em outros pontos? 

Quem domina o Conselho de Segurança da ONU, ao qual caberia zelar pela segurança internacional? 

E há outras dezenas de perguntas semelhantes e, para todas elas, as respostas são claras. 

A maioria das nações e governos do mundo não têm qualquer culpa ou responsabilidade na criação das atuais crises globais e, de fato, são, elas, sim, vítimas daquelas políticas que geram crises. 

É claro como a luz do dia que os mesmos senhores de escravos e potências coloniais que, antes, provocaram as duas guerras mundiais, causaram toda a miséria e a desordem que, desde então, são causa de efeitos que se vêem em todo o planeta. 

Caros colegas e amigos, 

Teriam, aqueles poderes arrogantes, a competência e a habilidade para comandar ou governar o mundo, ou seria aceitável que se autodesignem os únicos defensores da liberdade, da democracia, dos direitos humanos, enquanto seus exércitos atacam e ocupam outros países? 

Como poderá algum dia a flor da democracia brotar dos mísseis, das bombas e dos canhões da NATO? 

Senhoras e senhores, 

Se alguns países europeus ainda se servem do Holocausto, depois de sessenta anos, como pretexto, para continuar a pagar resgate, pagar à chantagem dos sionistas, não será também obrigação daqueles mesmos senhores de escravos e potências coloniais pagar indenizações às nações afetadas? 

Se os danos e perdas do período da escravidão e do colonialismo tivessem sido de fato indenizados, o que teria acontecido aos manipuladores e potências que se escondem nos porões da cena política nos EUA e na Europa? E haveria ainda divisão entre o norte e o sul do mundo? 

Se os EUA e seus aliados da NATO cortassem pela metade seus gastos militares e usassem esses valores para ajudar a resolver os problemas econômicos em seus próprios países, estariam aqueles povos padecendo os sofrimentos da atual crise econômica mundial? 
Que mundo teríamos, se a mesma quantidade de recursos fosse alocada às nações mais pobres? 

O que pode justificar a presença de centenas de bases militares e de inteligência dos EUA em diferentes partes do mundo – 268 bases na Alemanha, 124 no Japão, 87 na Coreia do Sul, 83 na Itália, 45 no Reino Unido e 21 em Portugal? O que significa isso, senão ocupação militar? 

E as bombas armazenadas nessas bases não criam risco de segurança para outras nações? 

Senhoras e senhores, 

A principal pergunta tem de interrogar sobre a causa que serve de base a essas atitudes. A principal razão tem de ser buscada nas crenças e tendências do establishment. 

Assembleias de pessoas em contradição com valores e instintos humanos básicos, sem fé em Deus e sem atenção à via ensinada pelos divinos profetas, impõem a ganância, a sede de poder e seus objetivos materialistas, e tentam calar todos os superiores valores humanos e divinos. 

Para eles, só o poder e a riqueza contam. E justificam-se todos e quaisquer atos que promovam essas metas sinistras. 

Nações oprimidas sobrevivem sem qualquer esperança de verem restaurados e protegidos os seus direitos legítimos de resistir e opor-se àquelas potências. 

Aquelas potências visam só ao progresso delas próprias, prosperidade e dignidade só para elas mesmas, e miséria, humilhações e aniquilação para todos os demais povos. 

Consideram-se superiores às demais nações da Terra e por isso fariam jus a concessões e privilégios. Nada respeitam, não respeitam ninguém e violam, sem qualquer consideração, direitos de todas as demais nações e governos e povos do mundo. 

Proclamam-se, elas mesmas, guardiãs indiscutíveis de todos os governos e nações. Para tanto, servem-se da intimidação, de ameaças e da força. E fazem mau uso, uso abusivo, de mecanismos internacionais. Quebram, burlam, simplesmente, todas as leis e regulações internacionalmente reconhecidas e respeitadas. 

Insistem em impor a todos o seu estilo de vida e suas crenças. 

Apóiam oficialmente o racismo. 

Enfraquecem países mediante a intervenção militar – destroem a infraestrutura que encontrem naqueles países, para mais facilmente conseguirem saquear recursos naturais, tornando cada vez mais dependentes, nações e povos que querem ser independentes e soberanos. 

Semeiam sementes de ódio e hostilidade entre nações e povos de diferentes crenças, para impedi-los de alcançar seus objetivos de desenvolvimento e progresso. 

Todas as culturas, a vida, os valores e toda a riqueza de cada nação, as mulheres, os jovens, as famílias, além da riqueza material de cada nação, são sacrificadas ante o altar daquelas ambições hegemonistas e de uma inclinação doentia para escravizar e submeter os diferentes. 

Hipocrisia e todos os tipos de fingimento e mentira são admitidos, se ajudam a promover os interesses imperialistas. Admitem o tráfico de drogas e a matança de inocentes, se lhes parece que, com isso, facilitam a rota para que alcancem seus objetivos diabólicos. A NATO está há muito tempo extremamente ativa no Afeganistão ocupado. E, apesar disso, houve ali aumento dramático na produção de drogas ilícitas. 

Não admitem nenhuma opinião divergente, nenhum questionamento, nenhuma crítica. Mas, em lugar de tentar oferecer alguma explicação para o que fazem, põem-se, eles mesmos, na posição de vítimas. 

Servindo-se de uma rede imperial de imprensa e comunicações, que sempre esteve como ainda está sob a influência do pensamento colonialista, ameaçam qualquer opinião que discuta a versão oficial do Holocausto, do 11 de setembro e da violência dos exércitos invasores e ocupantes. 

No ano passado, quando se impôs, em todo o mundo, a necessidade de fazer-se investigação séria sobre os segredos ocultados nos incidentes de 11/Setembro/2001 – ideia apoiada por todas as nações e governos independentes e pela maioria da população dos EUA –, meu país e eu, pessoalmente, fomos pressionados e ameaçados pelo governo dos EUA. 

Em lugar de nomear equipe para investigar com seriedade o que realmente acontecera, assassinaram o perpetrador e jogaram o cadáver ao mar. 

Não teria sido razoável levar à justiça e processar abertamente o principal perpetrador do incidente a fim de identificar os elementos por trás do espaço seguro proporcionado para os aviões introduzirem-se e atacarem as torres gêmeas do World Trade? 

Por que não se cogitou de usar o julgamento de um suspeito, para realmente descobrir quem mobilizou terroristas e levou a guerra e tantas outras misérias a tantas partes do mundo? Há informação secreta que tenha de permanecer secreta? 

Considerar o sionismo visão ou ideologia sagrada é como obrigação imposta ao mundo. Toda e qualquer discussão sobre os fundamentos e a história do sionismo são pecados imperdoáveis. Mas eles permitem e endossam todos os sacrilégios e insultam todas as demais religiões. 

Liberdade real, dignidade plena, bem-estar e segurança estáveis e duradouros são direitos de todos os povos. 

Nenhum desses valores é alcançável enquanto tantos dependerem do atual e ineficiente sistema de governança mundial, nem ninguém jamais os alcançará mediante intervenção militar comandada por potências arrogantes e sob fogo dos aviões mortíferos da NATO. 

Aqueles valores só se podem realizar em contexto de independência reconhecida, de reconhecimento dos direitos dos diferentes, mediante cooperação harmônica. 

Haverá meio para resolver os problemas e desafios que atormentam o mundo, no contexto dos mecanismos e ferramentas que dominam o quadro internacional hoje? Há meios para ajudar a humanidade a atingir sua eterna aspiração por igualdade, segurança e paz? 

Todos os que tentaram introduzir reformas que preservassem as normas e tendências hoje existentes fracassaram. Os importantes esforços conduzidos pelo Movimento dos Não Alinhados e pelos Grupos 77 e 15 (G-77 e G-15), e por tantos destacados indivíduos, fracassaram também e não conseguiram introduzir mudanças fundamentais. 

A administração e o governo mundiais exigem reformas nos fundamentos. O que temos de fazer agora? 

Caros Colegas e amigos, 

Temos de trabalhar com decisão firme e em cooperação coletiva para traçar outro plano, que considere os princípios e os valores humanos fundamentais como o monoteísmo, a justiça, a liberdade, o amor e a busca pela felicidade. 

A criação da Organização das Nações Unidas ainda é dos maiores feitos históricos da humanidade. É preciso reverenciar a importância desse feito e usar o mais extensamente possível as capacidades dessa organização como ferramentas para alcançar os mais nobres projetos de toda a humanidade. 

Não podemos permitir que a organização planetária que manifesta o desejo coletivo de todos e as aspirações de toda a comunidade de nações seja desviada de seu bom curso e convertida, também ela, em arma a serviço das potências mundiais armadas. 

Temos de construir condições que assegurem a participação coletiva e o envolvimento de todas as nações, num esforço que leve à paz e à segurança para todos os povos do mundo. 

É preciso dar sentido profundo e real à governança partilhada e coletiva do mundo. Esse sentido profundo e real deve considerar e respeitar os princípios do direito internacional. A ideia de justiça deve servir de critério e base efetiva para todas as decisões e ações no plano internacional. 

Todos temos de reconhecer que não há outro modo para governar o mundo e pôr fim à violência, à tirania, a todas as discriminações. 

Não há outra via que leve a sociedade humana à prosperidade e ao bem-estar. Essa é verdade viva e reconhecida. Ao reconhecer essa verdade, deve-se reconhecer também que o que temos ainda não é suficiente. E temos de abraçar com fé o trabalho, que terá de ser incansável, para conseguir o que ainda não temos. 

Caros Colegas e Amigos 

Governança partilhada e coletiva do mundo é direito legítimo de todas as nações, e nós, como representantes delas, temos o dever de defender os direitos dos povos do mundo. 

Embora algumas potências tentem insistentemente frustrar todos os esforços internacionais que visem promover a cooperação coletiva, temos, mesmo assim, de fortalecer nossa certeza de que alcançaremos o objetivo comum de construir cooperação coletiva e partilhada para governar o mundo. 

As Nações Unidas foram criadas para tornar possível que todas as nações participassem do processo internacional de tomar decisões. 

Todos sabemos que esse objetivo ainda não foi alcançado porque falta justiça nas estruturas e mecanismos hoje vigentes nas Nações Unidas. 

A composição do Conselho de Segurança é injusta e desigual. Portanto, mudanças ali e a reestruturação das Nações Unidas são exigências basilares das nações, às quais a Assembleia Geral tem de dar atenção. 

Na sessão inaugural da reunião do ano passado, destaquei a importância dessa questão e propus que essa década fosse declarada década da Governança Global partilhada e coletiva. 

Quero hoje reiterar aquela proposta. Estou certo de que, mediante a cooperação internacional diligente, e com esforços de todos os líderes e governos do mundo, todos comprometidos com construir relações de justiça, e com o apoio das demais nações, conseguiremos construir um brilhante futuro comum. 

Esse movimento trilha com certeza o caminho certo para criar o que temos de criar, para assegurar futuro promissor a toda a humanidade. 

Futuro que será construído quando iniciativas da humanidade ouçam o que ensinam os divinos profetas, sob a liderança iluminada do Imã al-Mahdi, salvador da humanidade e herdeiro de todas as palavras divinas, dos líderes e da descendência de nosso grande Profeta. 

A criação de uma sociedade suprema e ideal, com a chegada de um ser humano perfeito, que ama verdadeira e sinceramente todos os seres humanos, garantida promessa de Alá. 

Virá com Jesus Cristo, para liderar os amantes da liberdade e da justiça que erradicarão a tirania e a discriminação e promoverão o conhecimento, a paz, a justiça, a liberdade e o amor por todo o mundo. Cada indivíduo conhecerá a beleza do mundo e as coisas boas e os atos justos trarão felicidade à humanidade. 

As nações, hoje, já despertaram e, aumentando a consciência entre todos, as nações já não sucumbirão à opressão e à discriminação. 

O mundo testemunha hoje, mais que nunca, o amplo despertar em terras islâmicas, na Ásia, na Europa e na América. Esses são movimentos em expansão, em influência e alcance, que visam a fazer justiça, criar liberdade e construir melhor futuro para todos. 

O Irã, nossa grande nação, permanece pronta para dar a mão a outras nações nessa bela via de harmonia, alinhados, todos nós, com as justas aspirações de igualdade de toda a humanidade. 

Saudemos mais uma vez o amor, a liberdade, a justiça, o conhecimento e o futuro luminoso pelo qual a humanidade espera. 

Nova York, 65ª sessão da Assembleia Geral da ONU, 22/9/2011

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Em defesa do 'Populismo'!

por Fernando Intensofox Gaebler
Fernando Intensofox Gaebler
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em Sexta, 21 Outubro 2011
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RETIRADO DO SITE http://worden.blogspot.com/2006/06/em-defesa-do-populismo.html

POR ALFREDO DELLA SCALA

Reaparece um espectro sobre as Américas - o espectro do populismo. Todos os poderes do Novo Mundo estão a conjugarem-se para a santa caçada a esse espectro, os lambe-botas do Império, os jornalistas e políticos 'sérios', os intelectuais soi disant 'bem pensantes'.

Unem-se todos os sabichões e homens probos, pois, na satanização ritual da besta-fera populista, ora encarnada sobretudo no venezuelano Hugo Chávez e no boliviano Evo Morales, cujos maus exemplos de soberania e desassombro político suscitam reações indignadas nos que desejam ver o continente eternamente agrilhoado às estruturas de submissão internacional; assim sendo, não se pode permitir que Chávez, por exemplo, promova o surgimento do poder popular de base via círculos bolivarianos, nem tampouco o resgate da dívida social de seu país por meio das missiones; da mesma forma, deve Morales ser impedido de prosseguir em sua lídima defesa do patrimônio energético boliviano. Aliás, trata-se da mesma sórdida e espúria 'indignação' que se voltou no Brasil contra Getúlio Vargas e João Goulart; no México contra Lázaro Cárdenas; em Cuba contra Fidel Castro; na Guatemala contra Jacobo Arbenz; na própria Bolívia contra Juan José Torres; no Peru contra Velasco Alvarado; na Nicarágua contra Sandino; em El Salvador contra Farabundo Martí; na Argentina contra Perón; enfim, contra todos os que, com maior ou menor acerto, de forma mais ou menos revolucionária, com maior ou menor êxito e permanência, tentaram de alguma forma implementar reformas sociais profundas em nosso continente; reestruturar nossas economias nacionais em bases soberanas e voltadas para o desenvolvimento humano; promover a defesa da cultura nacional e das matrizes simbólicas mais profundas de nossa gente; libertar nossos países da obscena ingerência política, econômica e cultural dos Eua; em suma, contra todas as tentativas de mudar o destino de nosso continente, de desbravar novos horizontes de justiça social e prosperidade econômica.

Cá no Brasil esta perseguição inquisitorial deita raízes intelectuais mormente no cardinalato das ciências sociais uspianas, esfera onde todos, dos Florestan Fernandes aos FHC; dos Giannoti aos Ianni; dos Weffort aos Bresser; enfim, todos os apóstolos do "padrão científico de trabalho" (como se a sociologia tivesse real lastro científico, que piada!) contra a riqueza literária da tradição ensaística de nosso pensamento social (algo patente na produção intelecual isebiana, por exemplo), os 'sumo-sacerdotes' do 'credo' paulistocêntrico, quer sejam tucanos, quer sejam petistas, em uníssono irmanados no 'horror sagrado' a Getúlio Vargas, a João Goulart, a Francisco Julião, a Leonel Brizola, a Miguel Arraes; ou então, no plano acadêmico, a Alberto Torres, a Werneck Sodré, a Gilberto Freyre, a Guerreiro Ramos, a Darcy Ribeiro, a Vieira Pinto. Não admitem, pois, que os alicerces para o desenvolvimento econômico auto-sustentável de nosso país tenham sido lançados durante o tão demonizado regime do Estado Novo, nem que a cultura nacional tenha sido pela primeira vez pensada e planejada em bases autóctones e sistemáticas (vide Gustavo Capanema, Mário de Andrade, Villa-Lobos, etc.) exatamente durante este mesmo período; tampouco se lembram de iniciativas cruciais como o DASP, que estruturou todo o aparato do serviço público no Brasil, ou da criação de empresas como a Petrobrás e a CSN, fundamentais para a industrialização de nosso país; da mesma forma, menosprezam com grande leviandade o significado do progressista governo Jango, quando pela primeira e única vez estiveram em pauta reformas verdadeiramente substantivas da estrutura do Estado e da sociedade brasileira; também se olvidam, vergonhosamente, da trajetória de lutas de um Brizola ou de um Arraes, homens que defenderam a democracia e a dignidade do povo brasileiro à custa de grandes sacrifícios pessoais. Tudo isto, pois, é vilipendiado em nome do marco zero da ‘modernidade’ política em nosso país, isto é, o advento da dupla dinâmica PT-PSDB, os gloriosos avatares da social-democracia 'iluminista', que vieram como heróicos 'paladinos' para resgatar o Brasil das trevas do autoritarismo (sem no entanto jamais atentarem tanto para o pior aspecto do legado da ditadura militar, que foi a submissão estrutural de nossa economia a mecanismos exógenos de controle; quanto para o que houve de melhor, isto é, a adoção de um projeto de desenvolvimento nacional para o Brasil, um 'norte' claro, preciso e meridiano, com amplos investimentos em infra-estrutura), bem como para evitar que a ‘irresponsabilidade’ de líderes carismáticos desvie nossa país da cartilha ditada pelos centros de poder internacionais.

Todos estes enciclopedistas de fancaria, políticos ‘responsáveis’ e homens de imprensa ‘sérios’, confluem para o mesmo cantochão monocórdio: abaixo o populismo! Não obstante, há algo de profundamente inconfessável nessa 'cruzada' secular, um ‘não dito’ nebuloso e tenebroso: o ódio 'senhorial' desses augustos 'fidalgos' não está voltado tão somente contra determinados políticos ou ideologias, mas também contra a própria alma do homem latino-americano, contra nossos povos atavicamente emotivos, místicos, messiânicos e fatalistas, de todo avessos aos ideais ‘civilizados’ de ultramar, cultuados em prosa e verso por essas elites exógenas que tencionam escravizar nossos corações e mentes a credos que não nos representam. Destarte, o que denominam ‘populismo’ é a vera expressão política de nosso ethos mais recôndito e vital, a emanação mais profunda de nossos desígnios e sonhos, o alpha e o omega de nossa imorredoura luta por dignidade e independência. Tais aristocracias detestam, em suma, a própria alma do povo.
Não obstante, meus caros confrades, o generoso sonho dos grandes caudilhos libertários permanece vivo, não só como memória histórica mas como combate hodierno! Não nos envergonhemos, pois, de prosseguir na refrega pelo resgate político, econômico, cultural e existencial de nosso continente, seja através da luta política tradicional, seja por intermédio das teologias messiânicas da ação revolucionária que estão a emergir. E pouco incomoda-nos o facto de que os envenenadores da consciência pública nos pespeguem o rótulo de ‘populistas’! Assumiremos esta ou qualquer outra alcunha, pois o que realmente importa é a infrene defesa dos ideais históricos de nossa gente!

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