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ALEMANHA FAZ APOSTA NA ENERGIA SOLAR

por Demetrio Carneiro
Demetrio Carneiro
Pode ser querer muito, mas o episódio do desabamento dos prédios no Rio desde o
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em Jan 12 em Internet 3 Comentários

Frente a forte concorrência chinesa na questão dos painéis solares o governo alemão já havia se comprometido a jogar pesado. Agora um consórcio de 50 empresas alemãs começa um investimento no norte da África que deve ser na ordem de alguns bilhões de dólares. A ideia é usar a forte insolação da região equatorial africana, com alta eficiência, para construir uma rede de painéis solares conectada à Europa  Ocidental. A previsão é que se chegue a abastecer até um quinto da demanda continental européia de energia.

 

Há uma nova economia com base em tecnologias sustentáveis que vai ser firmando como um resultado positivo da disputa econômica entre alemães e chineses. Enquanto isto, dispondo de amplas áreas com forte insolação, nossa melhor estratégia é usar tecnologia importada.

 

Demetrio Carneiro

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antonio josé bianchi cerqueira
antonio josé bianchi cerqueira
nos diz a constituição federal, em seu artigo 7º:"são direitos dos trabalha
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antonio josé bianchi cerqueira Sexta, 13 Janeiro 2012

há uma forte pressão em cima da coisa do petróleo brasileiro, até mesmo por questão de vaidades, auto-suficiência, e por aí vai... mas na frança se aproveita tb a energia do ciclo das ondas do mar e na alemanha a energia eólica, perfeitamente aplicável aqui no brasil em regiões de salina, por exemplo, sem s falar do biogás, solução para os costões de barro q deslizam nas chuvas de verão devido ao lixo acumulado.
dando 1 passo dentro do assunto sustentabilidade, dá para formar comunas de produção energética para as populações diretamente interessadas, gerando emprego, tecnologia e renda, com a venda da energia excedente. falando em vaidades, ainda há muito pudor em relação a reciclagem como 1 todo, tenta-se o eufemismo "agente ambiental", quando os países q cito, a dinamarca, não têm esses pudores e extraem boa parte da energia consumida pela indústria, por exemplo, dos dejetos em sua maioria urbanos.
unitizar a produção de energia elétrica evita situações como a da queda da enrgia de itaipú no mandato lula, quando todos os ovos estavam no mesmo cesto. o lance é: termelétricas a biomassa.

antonio josé bianchi cerqueira
antonio josé bianchi cerqueira
nos diz a constituição federal, em seu artigo 7º:"são direitos dos trabalha
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antonio josé bianchi cerqueira Sexta, 13 Janeiro 2012

há forte pressão na coisa do petróleo brasileiro, mesmo por questão de vaidades, auto-suficiência,... mas na frança se aproveita tb a energia do ciclo das ondas do mar e na alemanha a energia eólica, perfeitamente aplicável aqui no brasil em regiões de salina, por exemplo, sem falar do biogás, solução para os costões de barro q deslizam nas chuvas de verão devido a lixo acumulado.
ainda dentro do assunto sustentabilidade, dá para formar comunas de produção energética para populações diretamente interessadas, gerando emprego, tecnologia e renda, com a venda da energia excedente, e falando em vaidades, ainda há muito pudor em relação a reciclagem como 1 todo, tenta-se o eufemismo "agente ambiental", qdo os países q cito, a dinamarca, ñ têm esses pudores extraindo parte da energia consumida pela indústria dos dejetos, em sua maioria d origem urbana
unitizar a produção de energia elétrica evita situações como a da queda da energia de itaipu no mandato lula, qdo todos os ovos estavam no mesmo cesto. O LANCE É TERMELÉTRICA A BIOMASSA.

Demetrio Carneiro
Demetrio Carneiro
Pode ser querer muito, mas o episódio do desabamento dos prédios no Rio desde o
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Demetrio Carneiro Sexta, 13 Janeiro 2012

Antonio cerca de um ano atrás publiquei no meu Blog, o Alternativa Brasil, um post(1) sobre uma lei da província de Ontário, no Canadá. De mais de mil posts que já publiquei lá esse é de longe o mais lido de todos. O que o post tem de tão interessante é que ele discorre sobre uma lei, na época recém aprovada, destinada a estimular o uso de fontes de energia elétrica renovável. Na minha avaliação essa lei tinha duas questões muito relevantes:

a) Não foi uma "concessão" do governo. Foi resultado de uma potente articulação entre a sociedade civil organizada e de empresas do ramo de energia renovável, todos locais, da província de Ontario, que pressionando o poder legislativo forçaram a passagem da lei;
b) A lei tem uma coisa essencial como mecanismo de estímulo à produção de energia local e não se trata de subsídio. Ela cria a possibilidade do sistema energético comprar o excedente de produção. Enfim, se teu condomínio resolve montar, por exemplo, uma central de produção de energia por biomassa, ele pode "vender" o excedente para o sistema. Isto é estratégico, pois o acúmulo de energia em baterias ainda é muto problemático e oneroso. A possibilidade de usar a energia nos dois sentidos, comprando e vendendo, é fundamental para a viabilidade econômica dos projetos.

A ideia de produção local de energia é muito importante, mas no Brasil ela passa por diversos entraves regulatórios e, principalmente, passa pelo preço absurdamente baixo que o sistema aceita pagar por esse tipo de energia. Acredito que o principal problema é de ordem regulatória.
Na lógica estatizante de nosso pensamento econômico tradicional concentração é poder e aceitar a produção local de energia em escala nacional retira poder. Já deveria ser muito óbvio que o custos dos sistemas de transmissão de energia, principalmente nas "pontas" do sistema é extremamente elevado e que teria muito mais sentido promover todo tipo de tecnologia alternativa de produção de energia elétrica. O problema é convencer o poder a deixar de ser poder.

O caso da petrobras na energia combustível chega a ser patético. Com a visão de gastar o Pré-Sal os projetos de energia combustível alternativa foram todos engavetados. Vc fala em biomassa. A UNB tem um projeto de produção de diesel totalmente verde. Repare que aquele projeto do Lula apenas adicionava uma pequena parte de combustível de biomassa ao diesel tradicional. O projeto da UNB não é de adição. Ele usa apenas biomassa. O projeto foi posto de lado.

Para mim a questão relevante é política. Como disse no início a grande marca da Lei de Energia Verde de Ontário foi o consórcio unindo a sociedade civil organizada e as empresas do ramo. Acho que esse não é um ingrediente disponível no mundo político brasileiro. Existe muita jogada de mídia, de buscar exposição na mídia. Jogos de alianças estratégicas entre empresas e sociedade civil aqui no Brasil são difíceis de articular. Ainda vivemos uma lógica pré-muro tipicamente anticapitalista de ver as empresas como o "outro lado" da barricada ambiental. Entre nós articulações como as feitas pelo nosso deputado Arnaldo Jardim soam esdrúxulas e suspeitas. É uma pena, mas é a realidade e isso indica um muito longo caminho pela frente.

(1) ENERGIA VERDE: A LEI 150 DE ONTARIO
http://alterbrasil.blogspot.com/2010/04/energia-verde-lei-150-de-ontario.html

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