Poder local = Sustentabilidade = Responsabilidade Social !
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falando-se sobre o verdadeiro vício dos bancos privados no brasil em lucros astronômicos, além da disposição em limar gente dos seus quadros funcionais ao mais insignificante sinal de decréscimo desses lucros para o período contábil (resultados da truculência neoliberal, que apóia meramente o megacapital - proer - e anula todo e qualquer tipo de estabilidade trabalhista)... penso que, por vias indiretas, a única responsabilidade social que efetivamente o itaú pratica chame-se itautec, uma vez que também a área toda de informática tem seus duopólios. e é bom que isso, capital brasileiro nesta área, esteja aplicado justamente em harware é o forte da empresa que acima cito.
o itaú poderia, e por sua influência certamente conseguiria, ampliar sua produção de hardware e sua fatia de participação no mercado; quando ocorresse do banco itaú não vir a ter o megafaturamento-meta do ano, compensaria com produção de artigos de informática.
o material todo do itautec (capital nacional precede o estrangeiro nas licitações, está na lei 8666), como componentes vários de rede, cabeamentos, etc., em se popularizando, em vista ao aumento da oferta dentro da hipótese que menciono, - e aí vem a hora em que sou ousado - poderia muito bem servir a estações retransmissoras de sinal.
eu sei que as milícias, aqui no rio, forçam os moradores de determinados bairros a comprar o sinal... trata-se de mudar o negócio de mãos. quanto ao patrimônio imaterial, neste caso, digo e afirmo que não compro a briga muito, não, da cet, ou da sky... sou a favor da popularização, também, do uso das macro-marcas. em termos de economia popular, sempre deu certo E FAZ FALTA, mormente em tempos em que constitui-se ramo policial, aqui no rj, só para esta questão de som livre, universal records... mais umas 3 gravadoras fonográficas. parece a estória do proer, com os pouquíssimos bancos bancos que sobraram após a operação de "enrobustecimento" bancário, com os maiores engolfando menores.
as estações populares, de rádio e ou de outros tipo de sinal, são fatores aglutinadores espontâneos de um povo, nós, brasileiros, que temos forte tendência a praticar o comércio, mas viemos muitas vezes a ser cerceados nisto, com os grandes do estado/particulares unidos, enrobustecidos e truculentos. quantos congressistas não são possuem concessão de radiodifusão neste país? e não vivemos a democracia, que é o estado de direito, direito natural e que deveria acatar justamente este movimento espontâneo?
bem, estas estações de emissão/retransmissão de sinal comunitárias, populares, etc poderiam muito bem vir a ser as receptoras deste material da empresa itautec, oferta e demanda concatenadas.
...tudo isso me lembra anthony garotinho, que certamente sob pressão e cedendo a esta pressão fez constituir este braço da polícia fluminense para agir em defesa de bem poucos, o que é anti-democrático, diga-se; e de quando viu-se obrigado a responder inquérito por ter lidado com as milícias da zona oeste do rio. ele queria lidar com o facual, sabedor de que não se resolvem as coisas nem com canetada, nem com cassetada. mas tenho a impressão que foi julgado exatamente pela contradição entre uma medida e outra. foi envolvido ou engabelado ao criar a polícia anti-pirataria, é o que presumo. -
falando em algo similar à ecologia humana, reproduzo txt q inseri no facebook:
olá sou velho companheiro d vv. 2º om cerqueira exerci ativs marítimas nos 90 (...) venho falar sobre incêndio na base da antárdida.
creio q tenha começado na dala, inferior ao último piso, gradeado, da pç d máqs. ali certamente não se usa óleo pesado, como as embarcações d certo porte, tudo deve ser baseado em... diesel: para os geradores, para a caldeira auxiliar.
creio tb q o esgoto da dala seja feito c/ bba alternativa. a dala cheia d diesel (eu fumava na pç d máqs no meu tempo, mesmo pq o q mais havia ali era oc, óleo pesado! q não se incendeia tão facilmente qto. o diesel. não adotem essa atitude d fumar na pç d máqs, de qq maneira), a bomba alternativa para esgoto, já velha (sabia-se q aquilo ali estava às traças) pode ter emitido faísca a partir de alguma isolamento danificado de algum componente elétrico.
confesso não saber o destino deste esgoto, pois o diesel, ao contrário do óleo pesado, se mistura (é miscível) com a água; o pesado é separado no túrbulo-separador a partir d célula fotoelétrica; para ela "fica tudo escuro" qdo no interior do separador não há mais água, só óleo pesado e emulsão, transição das 2 fases heterogêneas, com bastante teor d óleo, travando automaticamente o processo. lembrar q certamente há outros componentes neste material, como lubrificantes.
outro fator q pode ter detonado o incêndio, a meu ver, pode ser acendimento da caldeira com tocha, qdo. não se dispõe do acendimento elétrico (semelhante à vela do motor a gasolina). algumas lágrimas podem ter caído da tocha nesta dala.
finalmente, pode ter ocorrido retrocesso do conjunto responsável pelo acendimento e atomização de combustível desta caldeira hipotética, o acendimento dela feito com tocha (caso em q se tem q ventilar bem a câmara d combustão, 1º) ou por fagulha elétrica, através desse conjunto acendimento/injeção/ventilação.
como a seg trab tá vilipendiada em nosso país, com essa estória d desenvolvimento a qq custo.
... complemento aqui q nosso país simplesmente não tem arcabouço tecnológico para certas coisas, como para manter o porta-aviões são paulo, onde já houve explosão dois sinistros d gdes proporções! é bom assumir isso, no lugar do gigantismo.
mas você vê q no miolo do poder, lagoa paranoá, toda hora tem naufrágio! o q fará em outros lugares.
... por exemplo: a capitania tem q fiscalizar se uma embarcação de pesca q sai aqui de cabo frio, se tem latas de 1l de água (abertas 24 hs após o naufrágio/deriva) , balas de goma e chiclete para manter umidade na boca, condições gerais de salvatagem, de acordo c/ porte da embarcação: baleeiras, estado dos turcos d rebater das baleeiras, coletes c/ apito, motores das baleeiras, etc...
se isso tivesse sido observado pela fiscalização, os pescadores aqui da região dos lagos não teriam sido obrigados a beber urina; um deles veio a falecer mesmo depois d bastante tempo hospitalizado. -
é necessária a criação dos ceteps rurais aqui no rio.
os ceteps são do projeto faetec, fund d amparo às escolas técnicas, e ministram cursos em áreas carentes da ação pública. pecam por ter alcance disciplinar limitado.
uma diretriz agrícola seria alicerce de conhecimentos aplicáveis mesmo no meio urbano.
o lixo nas encostas dos morros, em vez d causador d alagamentos e deslizamentos, geraria biogás, para uso doméstico ou para aquecer caldeiras q moveriam turbo-geradores, um aparato q, creiam, ocupa bem menos espaço do q se pode supor. as populações diretamente interessadas receberiam pelo excedente, e se veriam livre dos monopólios protegidos pelas agências reguladoras.
(vi em ponto d ônibus propaganda de concessionária de rodovia. ela detem monopólio, p/ quê a prop.? sinal do cinismo dos tempos).
os cetep´s rurais, finalmente, seriam pólo aglutinador d mentes como os alunos da rural (ufrrj), onde inclusive há o curso d econ. doméstica, fechando assim o ciclo de cessão d know-how gerador d renda a essas populações q sofrem da pouco atenção q a coisa pública lhes dá, excetuando duras brabas na subida dos morros. note-se tb q muitas atividades geradoras d renda do põvão hoje em dia estão sendo cerceadas. -
As nossas Weimar, a tentação salvacionista, por Paulo Elpidio de Menezes Neto
A distância que se abre entre o Brasil real e a democracia, entre o Estado cartorial e corporativista que criamos e as instituições republicanas que aspiramos possuir é determinante do baixo “índice de desenvolvimento democrático”, marca que nos nivela a um grupo amplo de nações à sombra dos totalitarismos disfarçados. E de permeio, causa ou consequência desses desacertos seculares, evidenciam-se as carências educacionais e de saúde pública crônicas, a má distribuição da renda, da justiça e de oportunidades sociais, a fragilidade das instituições políticas, a expansão e a concentração dos poderes do Estado. Tudo na medida desejável de um Estado provedor
que leva muitos a descrevê-lo como instrumento hábil de uma socialização libertadora. Como pode conviver um Estado do tamanho do nosso, com tantas fraturas expostas, em equilíbrio com a cidadania, com os direitos fundamentais e com tudo o mais que faz dos valores, da cultura e do patrimônio legal de uma nação moderna parte de um conjunto estável de relações permanentes?
antonio josé bianchi cerqueira creio q, em sendo democracia e estado democrático de direito sinônimos, e tb levando em conta q é característica do direito ser natural, deduz-se do estado brasileiro q não há verdadeiramente a liberdade q se espera dessa lenta e gradual conquista popular (eleições p/ gov, 82; assembléia constituinte, 86; promulgação da constituição e eleições p/ pref. das cidades estratégicas; eleições diretas p/ presidente, 89), prega-se e promovem-se as futilidades, pois 18% ou 19% do pib baseia-se na vaidade feminina, isso sem falar outro tanto gerado por telefonia celular. neste ter pelo ser, não só as escolas públicas estão em petição de miséria como as particulares, dizem-nos as estatísticas. nega-se o acesso a ciência q liberta, fora as algumas décadas de castração política imposta "manu militare". o direito natural, dessa forma, pressuporia a confiança no elemento popular, e ordem passaria a ser o conjunto das atividades cotidianas do popular, para quem a coisa pública seria mais atenciosa. sem isso, não há patriotismo e é nessas horas q, infelizmente, os nacionalistas extremados, aproveitando-se dessa lassidão política, passam a preencher o vazio q seria justamente preenchido pela atividade dos líderes naturais advindos das agremiações populares surgidas espontaneamente.há 166 dias -
Sustentabilidade em festivais de música, isso é mesmo possível?
Virou moda todo festival de música investir em ações sustentáveis ou é uma necessidade real? Apostamos no segundo, embora cientes de que o primeiro ajuda – e muito – a fortalecer a visão sustentável, afinal, se evento se preocupa com o planeta, quem curte música também ajuda a cuidar do meio ambiente.
O Planeta Terra Festival, que agitou São Paulo no final de semana, teve esta pegada desde sua 1ª edição em 2007, com ações de cuidado com o meio ambiente, minimizando os impactos do festival. Neste ano, o festival, já estabelecido no calendário paulista, decidiu atrelar de vez à marca uma preocupação com o planeta que dure mais que os shows e seja ligada à vida das pessoas que participam do evento. Em paralelo aos shows aconteceram ações para compensar o impacto causado por toda a estrutura logística do evento e seguir o projeto de neutralização de CO₂.
Além disso, conferimos que um centro de triagem e reciclagem de resíduos estava aberto ao público, que recebeu também coletores de bolso (cerca de oito mil unidades!) usados para a dispensa de bitucas de cigarro, papéis de bala e etc. Os lixos foram separados, tanto na área comum como no camarote vip, tendo como “vigias” os voluntários da ONG Os Recicleiros, sobre a qual já falamos aqui e que atua no desenvolvimento de trabalhos socioambientais visando a redução do impacto socioambiental aliada a benefícios sociais para as comunidades participantes do projeto e para o público presente.
Retirado do Blog: http://migre.me/66eW6
antonio josé bianchi cerqueira é interessante pq no "ocupa rio" na cinelândia tb há cestos p/ guimba de cigarro. a prefeitura do rio poderia seguir o exemplo e criar cestos p/ coleta deste material.há 190 dias -
As UPPs a serviço do tráfico, por Rinaldo Martins de Oliveira
Então, o que pode estar acontecendo e que precisa tanto ser alardeado por tais grupos criminosos? As UPPs, que até agora ocuparam comunidades populares consideradas secundárias (veja as comunidades no site upprj.com), estão começando a produzir uma remodelação geográfica do tráfico de drogas nesses mesmos locais. Diversos moradores dessas comunidades “pacificadas” têm testemunhado que o tráfico, em si mesmo, não parou. Continua atuante no local, quase sempre no interior dos mesmos guetos (ou “bocas”), recebendo o produto dos mesmos
fornecedores e comercializando com os mesmos compradores.
Só que agora de forma velada, sem a comum ostentação armada no meio das ruas e em cima das lajes exercida pelos denominados “soldados”, “olheiros”, “vapores”, etc.
Analisando bem, essa ostentação bélica dos traficantes nas favelas, ao contrário da prática das chamadas “milícias”, nunca teve como propósito principal a intimidação do morador local (interpretação que a mídia, entretanto, sempre tentou transmitir para a opinião pública).
Mônica Bragança Sim, tudo isto é uma grande realidade, ainda mais que o tráfico é institucionalizado tanto pelo poder paralelo quanto por quem deveria estar coibindo. E todos em conjunto acabam comungando do mesmo propósito, ganhar e ganhar. Mas, tanto o poder bélico e ostensivo dos traficantes nas favelas ou comunidades intimida quanto ajuda, é um poder que tanto trabalha a prestação de ajuda quanto o desvio das condutas, pois ele impõe regras que devem ser respeitadas pelos moradores da favela ao qual o tráfico A ou B exerce seu comando, com pena de morte ou punições graves caso as ordens ou regras não sejam obedecidas, e em contrapartida necessidades básicas como remédios, gás, cestas básicas, proteção e outros benefícios são oferecidos para os moradores, mas a liberdade é cerceada e, vigiada por vários poderes, se pensarmos tanto nas milícias quanto nos policiais que vivem do tráfico para aumentar os seus ganhos.
A forma velada dá lugar ao que era antigamente, sem a proporção do que é hoje, quando no tráfico de drogas o consumo máximo era da maconha e a cocaína era para gente grande, com mais poder aquisitivo e não existia o crack nem outros derivados químicos de grande destruição; o número de favelas aumentou, assim como o número de traficantes de grande, médio e pequeno porte, expandindo o problema para todos os 4 cantos do país.
E não creio que sejam as UPPs que irão resolver isso, ainda mais que se tem como provar que no Rio, por exemplo, a coisa anda mal das pernas.há 203 dias -
Pacto federativo e localização regional, por: Demetrio Carneiro e José Carneiro da Cunha Oliveira
Já há um bom número de estudos acadêmicos e outros, produzidos por pensadores independentes e pelos partidos políticos, com referência à questão do Poder Local. Boa parte desses estudos não é apenas conceitual e caminha na direção de detectar a existência das estruturas do poder tradicional e as recentes transformações das relações
locais de poder1.
O outro lado do Poder Local, como estudo das relações tradicionais, é como proposta de transformação fundada na constatação da presença de novos atores políticos e nos atuais padrões de governança democrática.
Em último caso, não se busca a constatação, mas como essa proposta pode impulsionar a revisão das relações tradicionais de dominação e subordinação. É a chamada ressignificação ou a leitura diversa do conceito.
Mônica Bragança Eu atualmente vivo numa cidade do interior do Estado do Rio de Janeiro, cidade que teve uma colonização baseada na falta de conhecimento e conceitos e que foi se moldando ao longo dos séculos dentro deste patamar. Nos distritos a situação conceitual é ainda pior, já que o poder local é tão semelhante ao poder vigente que se perpetua no país. Então como mudar esta retórica sim é que é um grande questionamento e desafio que não deixa muitas opções, ainda mais quando percebemos que os diretórios políticos de alguma forma mantêm também este status quo, sendo alguns de forma velada e outros de maneira acintosa, mas ambas existentes.
Empoderar uma comunidade sem conceito é algo utópico, pois primeiro precisa-se conceituar para empoderar e empoderar de que maneira se os partidos políticos de alguma forma ou comungam do mesmo verbo ou mesmo que fora do contexto, por não trabalharem políticas públicas acabam sendo da mesma cepa?
Como trabalhar poder local se tais poderes se assemelham? E como mudar tamanho contexto se os órgãos ou instituições que deveriam estar coibindo a permanência de tais sistemas falidos e divisores do desenvolvimento cidadão, como os de meio ambiente são coniventes com o erro?
Acredito que a insistência em políticas públicas voltadas para a conceituação da cidadania deveria ser uma tônica dos partidos políticos, além de angariar novos filiados deveriam se comprometer com projetos abertos às comunidades no que tange a conscientização de valores que um dia possam construir o poder local. Mas, como fazer isso se tais partidos políticos também não enxergam este viés necessário para essa transmutação?há 203 dias -
Bom dia, só quem mora nas regiões afetas pelas enchentes do ano passado é que realmente sabe o que aconteceu e o que continua acontecendo. Eu pergunto o que é o partido verde no Brasil? Hoje em dia nada mais do que um partido que mantém uma sigla verde, mas que nada faz pelo verde, deixou de ser o que se pretendeu um dia, vide o Rio de Janeiro abandonado governo após governo a própria sorte e destempero.
Aqui em Nova Friburgo tudo está como antes, o distrito de Conselheiro, por exemplo, continua descaracterizado, assim como outros; escombros com corpos e muita lama ainda faz parte do cenário friburguense, só que agora petrificados e alguém acha que as construções irregulares acabaram? Em Friburgo, cidade, núcleo, sim, mas em outros distritos não, as obras continuam a pleno vapor e olha que eles ainda ganham padrão de luz, mas como? Se eles para construir qualquer coisa agora precisam de vistoria e autorização dos órgãos competentes? Ah, o velho jeitinho brasileiro. E os órgãos que deveriam proteger o meio ambiente e impedir construções irregulares estão fazendo a sua parte? Não, a secretaria do meio ambiente da prefeitura não cumpre com os protocolos e as construções desenfreadas no município, todos sabem, aconteceu com a anuência da Câmara e de alguns vereadores chave no passado.
A defesa civil do município é o único órgão que merece respeito e consideração, pois é o único que está funcionando.
As fendas nos morros continuam lá, a terra que caiu em alguns locais continua lá, as contenções não foram construídas e onde foi o dinheiro?????? Agora estão dizendo que vem mais dinheiro, para ser desviado de novo, porque tudo que aconteceu é claro tem anuência dos poderes vigentes, tanto municipais quanto estaduais.
Ou seja, só quem mora e convive com o medo que está para se instalar a partir da 2ª quinzena de dezembro é que sabe o que realmente está acontecendo.
E os moradores são ignorantes nesta parte? Não, tanto é que eles sabem que não podem construir, mas ora vejam, eles constroem. E quem deveria saber ou ver continua não fazendo nada e a população comunga com o mesmo verbo, negligência, corrupção e o famoso dane-se.
Esta é a realidade das cidades da região serrana, pelo menos aqui em Nova Friburgo.
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Reconstrução é a palavra de ordem na região serrana, por Aspásia Camargo
Na Era da Tecnologia e da Informação, as cidades sustentáveis são hoje parte de uma nova agenda civilizatória que exige mais segurança, melhor circulação, menos desperdício e mais qualidade de vida. Dentro dessa nova era, temos que exigir que a educação ambiental comece pelos nossos governantes, que devem operar com menos improvisação e populismo e com mais capacidade técnica e vigilância da cidadania. Fechar os olhos para as construções nas encostas e às margens dos rios ou, o que é mais grave, estimulá-las, é deixar as populações mais pobres à sua própria sorte. Elas acabam pagando essa conta. Não seria mais fácil elaborar políticas de habitação e de proteção com foco no respeito à natureza e às pessoas?
O ser humano, como a grande vítima desta tragédia de origem “natural” – mas agravada pela irresponsabilidade pública – inconformado com tamanha proporção, foi quem se dispôs a defender os desamparados e desabrigados. Tão logo o noticiário mostrou os estragos das chuvas, iniciou-se a maior campanha cívica de arrecadação de alimentos e roupas já vista no país. Centenas de ônibus, caminhões e carros abarrotados de produtos de primeira necessidade partiram rumo aos municípios destruídos.
Mônica Bragança Bom dia, só quem mora nas regiões afetas pelas enchentes do ano passado é que realmente sabe o que aconteceu e o que continua acontecendo. Eu pergunto o que é o partido verde no Brasil? Hoje em dia nada mais do que um partido que mantém uma sigla verde, mas que nada faz pelo verde, deixou de ser o que se pretendeu um dia, vide o Rio de Janeiro abandonado governo após governo a própria sorte e destempero.
Aqui em Nova Friburgo tudo está como antes, o distrito de Conselheiro, por exemplo, continua descaracterizado, assim como outros; escombros com corpos e muita lama ainda faz parte do cenário friburguense, só que agora petrificados e alguém acha que as construções irregulares acabaram? Em Friburgo, cidade, núcleo, sim, mas em outros distritos não, as obras continuam a pleno vapor e olha que eles ainda ganham padrão de luz, mas como? Se eles para construir qualquer coisa agora precisam de vistoria e autorização dos órgãos competentes? Ah, o velho jeitinho brasileiro. E os órgãos que deveriam proteger o meio ambiente e impedir construções irregulares estão fazendo a sua parte? Não, a secretaria do meio ambiente da prefeitura não cumpre com os protocolos e as construções desenfreadas no município, todos sabem, aconteceu com a anuência da Câmara e de alguns vereadores chave no passado.
A defesa civil do município é o único órgão que merece respeito e consideração, pois é o único que está funcionando.
As fendas nos morros continuam lá, a terra que caiu em alguns locais continua lá, as contenções não foram construídas e onde foi o dinheiro?????? Agora estão dizendo que vem mais dinheiro, para ser desviado de novo, porque tudo que aconteceu é claro tem anuência dos poderes vigentes, tanto municipais quanto estaduais.
Ou seja, só quem mora e convive com o medo que está para se instalar a partir da 2ª quinzena de dezembro é que sabe o que realmente está acontecendo.
E os moradores são ignorantes nesta parte? Não, tanto é que eles sabem que não podem construir, mas ora vejam, eles constroem. E quem deveria saber ou ver continua não fazendo nada e a população comunga com o mesmo verbo, negligência, corrupção e o famoso dane-se.
Esta é a realidade das cidades da região serrana, pelo menos aqui em Nova Friburgo.há 203 dias -
charles darwin qdo. chegou a i. keeleing já estava expert em ecossistemas, e foi com rapidez q matou a charada desta formação de coral... o peixe-porco da laguna diferia do q vivia em águas profundas, exterior ao atol, mas vinham d uma única espécie, q divergiu por questões d adaptação a ambientes diferentes; o peixe-porco comia a ponta dos corais, pois uma bxmar mais rigorosa os mataria. o pepeino-do-mar teve sua constituição de ser simples do mar totalmente adaptada tb à digestão dos celenterados, e estes, finalmente, dissociavam iônicamente o carbonato de cácio criando estrutura q protegia a ilha das ondas.
um núcleo de inclusão produtiva em muito se assemelha a um ecossistema, quase semi-hermética, qual seja 1 kibutzin, mas, macroeconomicamente, a comparação entre auto-sustentabilidade e ecologia, seu fechamento e sua tendência ao equilíbrio e a resistência dinâmica a choques externos tb é válida. -
creio q percebendo-se a estreitíssima mobilidade permitida ao empregado- em contraposição ao empregador, como se entende segundo a clt-, sabendo-se tb que a clt prega q a própria admissão deveria ter a presença de advogados de ambas as partes, pois a relação de emprego é algo q não depende, como crê-se em nossos tempos modernos, totalmente das insensíveis diretrizes de rh, sendo coisa algo litigosa, concordo perfeitamente que certas obrigações mostram-se tácitas esses, pelo visto, eternos detentores do poder, como a de tornar instruções que seriam meramente treinamentos em administração de conhecimentos humanistas, universalistas, com vistas a formação do ser humano integrado a realidade presente e passada, aos diversos modods filosóficos a fim de que possa captar qual julga os melhores para si mesmo e para a coletividade.
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Princípios Gerais de Sustentabilidade!!!
Prevenção: menor custo a degradação/poluição
Precaução: avaliação prévia dos impactos
Participação: envolvimento da comunidade
Proatividade: prevenção de problemas
Compensação: melhoria ampla em outra área
Compromisso melhoria continua: meta modesta
Poluidor pagador: arcar com os custos de remediar
antonio josé bianchi cerqueira perdão, discorria quando apertei algum botão. dizia q o convite aos países do antigo bloco comunista, esssa estrutura industrial sólida segurou o processo de quebra da europa, inclusive pela possibilidade de trânsito de pessoal, que durante muito tempo lidaram com instalações criadas ali, de maneira independente em relação ao ocidente, e isto viria a ser uma chave do segredo...
exemplifico outro caso, aqui perto, no rio... a favela dos correios, derrubaram-na sem direito a indenizações, terra propícia ao cultivo da mamona (não estou a falar de matéria-prima?) ; podiam reeguê-la e ordenar o cultivo dessa planta, construíndo-se tb uma mini-fábrica para processamento da torta de mamona, ali mesmo na favela, atendendo populações diretamente interessadas, inclusão participativa q tornaria as "comunidades" em "comunas", aspecto local de auto-sustentabilidade.há 205 dias -
Hoje (22/09) é o dia mundial sem carro... mas mesmo com o incentivo oficial, a maioria dos paulistanos não deixou o carro em casa; a CET registrou 76 km de lentidão às 9h, normal para o horário.. Opá peraí? Não era para ter deixado o carro em casa??
O Poder Local não visa por nenhum dos lados à sustentabilidade, que é o mais importante setor para as mudanças no panorama da sociedade. Então, podemos dizer que o mesmo não visando de nenhum modo à sustentabilidade ele não está tendo responsabilidade social ?
A problemática da sustentabilidade assume, neste final de século, um papel central na reflexão em torno das dimensões do desenvolvimento e das alternativas que se configuram para garantir eqüidade e articular as relações entre o global e o local. A área social é atualmente onde se explicitam os maiores desafios de respostas que possibilitem uma articulação dos diferentes interesses em jogo. A organização democrática do poder local assume cada vez mais um espaço central numa agenda que contemple a necessária articulação não só entre atores, mas entre políticas.
Nessa direção torna-se fundamental criar as condições para inserir crescentemente a problemática ambiental no universo da gestão local, e principalmente em relação à dinâmica das políticas sociais.